terça-feira, 12 de abril de 2011

Dislexia mundial.


Confusões intensas, relações de alto dependência, co-relações mortais e regras. Qual seria a função final das regras, se todo o resto só serve para nós mesmos?
As regras são coisas que nos exercem medo, imposição e toda a graça de uma vida sem total reação. Queremos uma fatia de toda essa esbornia, e podemos pegar? Podemos capturar nossos desejos? Podemos ou não podemos viver?
Toda a questão por trás disso é o sistema, o sistema que nos atinge intimamente sem termos qualquer tipo de luta, por simplesmente nos mantermos intactos as alienações do mundo. Fale de alienações, fale de regras estúpidas, fale de beleza, fale do que realmente é importante, pois nada muda se você não fazê-lo.
O dito cujo de todo esse recesso de letras, palavras, frases, prestações de misérias e todo o falatório bonito só nos mostra que precisamos mover rios, montanhas e horizontes só para quebrar um único desejo de liberdade. Poder pensar sem doer? Poder sorrir sem esconder? Viver sem morrer de tédio?
Esquecer dessa carbonização pela a luta de outras pessoas, pela imagem de outras pessoas é tao primordial quanto deixar aqui este texto mostrando o meu e o seu cansaço diante destas cujas regras medilcres de pura liderança do sistema. Enquanto há num quarto escuro um menino de alma velha, rustica e ingênua, estaremos sempre aqui mostrando a cara a tapa para as revoluções de subsolo.

domingo, 10 de abril de 2011

A verdade é crua e a falsidade é longa.


Não poderíamos ter medo de demonstrar um sentimento verdadeiro, não poderíamos perder relações afetivas, não devemos e nunca devemos lavantar todo esse falso. A amizade é algo que nos toca, que nos salva, até o coração mais gelado pode se transpor e se impor por uma amizade. Aquele que não ama seria só uma pessoa em meio a multidões e ele só se perguntaria, quem eu sou, porque estou aqui e seria assim, pleno por seus poderes observadores.
O falso disso tudo seria o leigo, o imortal desejo de prejudicar alguém, aquele que sofre por ser sozinho e ao invés de se lamuriar em braços amigos se opôe a tudo que seja bom, o sozinho, o injustamente e indiretamente atingido. Quem nunca riria dele, por ser ridículo e pateticamente covarde, mas ninguém, ninguém olharia através dele, ninguém diria o quanto ele sofre, ninguém viria os seus problemas.
O tripudiador disso tudo é a questão que nos move a manter nossas relações, os nossos valores, as nossas fases, as nossas crenças e por último mas não menos importante, os nossos medos.
O conceito de toda essa babaquisse de vida falsa ou vida desejadamente favorável é que você pode desejar mal a alguém que não lhe quer bem mas nunca poderia tripudiar de um amigo, você não tem esse direito. Porém, o que faz de você frágil ou insensível? O que faz de você um leigo, ou um imortal? O que você é quando o espetáculo acaba? O que você espera do sofrer?
Todos vivem suas vidas, todos tedem a cair, só basta você ser de carne e osso.É isso o que faz de nós, de mim e de você uma itervenção de tudo que é lógico, de tudo o que é estupidamente humano.

sábado, 9 de abril de 2011

Sentimentos tolos e um mundo melhor;


Um dia vi todos rirem de mim. Nesse mesmo dia, eu quiz mudar o mundo, torna-lo mais feliz e mais realizado consigo mesmo, porque para cada riso também deve haver um medo de se mostrar realmente como é.
Para quê são os risos? Se sou como sou é porque não tenho usar o que quero, de me impor, de tachar um tipo de padrão escrito em etiquetas de beleza pública.
Criaria para o mundo, uma máscara única, mais diferente e mais feliz do que todas as outras, sem nenhum preconceito babaca. Mostraria a face da felicidade útil e não da chacota inútil.
Quanto mais ando nas ruas, mas vejo os olhares e mais me dou conta de o que as pessoas merecem ser mais felizes do que eu. O que seria a normalidade pra eles? O normal pra mim é aquilo pelo qual você pode viver completamente feliz, se vestindo bem ou não.
Mas ainda acredito num mundo livre, sem etiquetas ou máscaras supresas, sem igualdades ou superioridades, sem espasmos ou indignações.
Um mundo pelo qual valha a pena lutar.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Desmontado


Minha vida anda como um mundo estranho, não sei se estou dentro de mim. Minha vida não pertence mais a mim.
Estou exilada de mim mesma, exilada de sentimentos bons e qualquer semelhança com um singelo sorriso é uma mera coincidência.
Gostaria de pensar mais, de viver no mundo onde só bastasse o que você sente um pelo outro, que fosse fácil deixar cada momento ser eternamente intransponível. É raro, muito raro pensar assim.
Daí estou aqui, a frente de um muro negro e sem distinção, sem saber o que escrever do meu próprio caminho porque todos os caminhos me parecem tão tortuosos e eu só queria saltar alto, tão alto que nem pudesse sentir o meu fôlego ou ouvir o meu choro.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Viver tem suas mortes.


Podem me tirar, me tirar o ar, o chão e até mesmo as pequenas coisas que me fazem caminhar. Mas não tirem a minha alma. Eu sei que não pedi para viver, eu sei que não estou viva graças a mim, mas eu não quero definhar. Poderia dizer que há a luz no fim do túnel, dizer que dessa vez vai passar, dizer que eu supero. Mas não. Sinto que indubtavelmente, eu perdi as forças. Tiraram a sustentação dos meus pés. Não há esperança quando você luta sozinha... O sonho acabou, não existe vida após a morte.
Eu sei que vou para o inferno, mas talvez, eu já va estar preparada.