
Não poderíamos ter medo de demonstrar um sentimento verdadeiro, não poderíamos perder relações afetivas, não devemos e nunca devemos lavantar todo esse falso. A amizade é algo que nos toca, que nos salva, até o coração mais gelado pode se transpor e se impor por uma amizade. Aquele que não ama seria só uma pessoa em meio a multidões e ele só se perguntaria, quem eu sou, porque estou aqui e seria assim, pleno por seus poderes observadores.
O falso disso tudo seria o leigo, o imortal desejo de prejudicar alguém, aquele que sofre por ser sozinho e ao invés de se lamuriar em braços amigos se opôe a tudo que seja bom, o sozinho, o injustamente e indiretamente atingido. Quem nunca riria dele, por ser ridículo e pateticamente covarde, mas ninguém, ninguém olharia através dele, ninguém diria o quanto ele sofre, ninguém viria os seus problemas.
O tripudiador disso tudo é a questão que nos move a manter nossas relações, os nossos valores, as nossas fases, as nossas crenças e por último mas não menos importante, os nossos medos.
O conceito de toda essa babaquisse de vida falsa ou vida desejadamente favorável é que você pode desejar mal a alguém que não lhe quer bem mas nunca poderia tripudiar de um amigo, você não tem esse direito. Porém, o que faz de você frágil ou insensível? O que faz de você um leigo, ou um imortal? O que você é quando o espetáculo acaba? O que você espera do sofrer?
Todos vivem suas vidas, todos tedem a cair, só basta você ser de carne e osso.É isso o que faz de nós, de mim e de você uma itervenção de tudo que é lógico, de tudo o que é estupidamente humano.
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