
Um dia vi todos rirem de mim. Nesse mesmo dia, eu quiz mudar o mundo, torna-lo mais feliz e mais realizado consigo mesmo, porque para cada riso também deve haver um medo de se mostrar realmente como é.
Para quê são os risos? Se sou como sou é porque não tenho usar o que quero, de me impor, de tachar um tipo de padrão escrito em etiquetas de beleza pública.
Criaria para o mundo, uma máscara única, mais diferente e mais feliz do que todas as outras, sem nenhum preconceito babaca. Mostraria a face da felicidade útil e não da chacota inútil.
Quanto mais ando nas ruas, mas vejo os olhares e mais me dou conta de o que as pessoas merecem ser mais felizes do que eu. O que seria a normalidade pra eles? O normal pra mim é aquilo pelo qual você pode viver completamente feliz, se vestindo bem ou não.
Mas ainda acredito num mundo livre, sem etiquetas ou máscaras supresas, sem igualdades ou superioridades, sem espasmos ou indignações.
Um mundo pelo qual valha a pena lutar.
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