
Confusões intensas, relações de alto dependência, co-relações mortais e regras. Qual seria a função final das regras, se todo o resto só serve para nós mesmos?
As regras são coisas que nos exercem medo, imposição e toda a graça de uma vida sem total reação. Queremos uma fatia de toda essa esbornia, e podemos pegar? Podemos capturar nossos desejos? Podemos ou não podemos viver?
Toda a questão por trás disso é o sistema, o sistema que nos atinge intimamente sem termos qualquer tipo de luta, por simplesmente nos mantermos intactos as alienações do mundo. Fale de alienações, fale de regras estúpidas, fale de beleza, fale do que realmente é importante, pois nada muda se você não fazê-lo.
O dito cujo de todo esse recesso de letras, palavras, frases, prestações de misérias e todo o falatório bonito só nos mostra que precisamos mover rios, montanhas e horizontes só para quebrar um único desejo de liberdade. Poder pensar sem doer? Poder sorrir sem esconder? Viver sem morrer de tédio?
Esquecer dessa carbonização pela a luta de outras pessoas, pela imagem de outras pessoas é tao primordial quanto deixar aqui este texto mostrando o meu e o seu cansaço diante destas cujas regras medilcres de pura liderança do sistema. Enquanto há num quarto escuro um menino de alma velha, rustica e ingênua, estaremos sempre aqui mostrando a cara a tapa para as revoluções de subsolo.
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